A cavalo sobre o equador, na costa atlântica de África, o Gabão é quase nove décimos floresta tropical e um raro sucesso de conservação, com uma cadeia de parques nacionais que protege elefantes-da-floresta, gorilas das terras baixas, mandris e baleias-jubarte ao largo. Loango é famosa por ver elefantes e búfalos passearem na rebentação, enquanto Lopé combina savana antiga com arte rupestre e o caminho de ferro Trans-Gabão. Libreville, sustentada pelo petróleo, espraia-se…
Os «hipopótamos surfistas» de Loango, fotografados por Michael Nichols para a National Geographic no fim da grande caminhada de Mike Fay, entraram na lista da TIME das 100 fotos mais influentes de sempre — e ajudaram a convencer Omar Bongo a proteger o país.
A 30 de agosto de 2002, o Gabão criou 13 parques nacionais de uma só vez: quase 11% do território, num país coberto a cerca de 90% por floresta equatorial.
Em Loango, elefantes-da-floresta e búfalos passeiam na praia; o comboio Transgabonês chega a Lopé (UNESCO); em Lambaréné, visite o hospital-museu de Albert Schweitzer, Nobel da Paz de 1952. Um eSIM ajuda: combinar barcos e 4x4 com os lodges pelo WhatsApp, verificar horários do comboio e manter o GPS em zonas remotas.
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